RMMG - Revista Médica de Minas Gerais

Volume: 24. 4 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20140136

Voltar ao Sumário

Artigos Originais

Determinação da Atividade Antimicrobiana do Extrato Hidroalcoólico da Planta Plectranthus ornatus Codd (Boldo Chinês)

Determination of the antimicrobial activity in the hydroalcoholic extract of the plant Plectranthus ornatus Codd (Bilberry Chinese)

Lauana Aparecida Santos1; Juliana da Silva Menezes2; Luciana Rosa Alves Rufino3; Nelma de Mello Silva Oliveira3; João Evangelista Fiorini3

1. Acadêmica do Curso de Biomedicina da Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS. Alfenas, MG - Brasil
2. Mestranda em Ciência Animal na UNIFENAS. Alfenas, MG - Brasil
3. Farmacêutico. Pós-Doutorado em Ciências (Microbiologia). Pesquisador Sênior. Laboratório de Biologia e Fisiologia de Microrganismos da UNIFENAS. Alfenas, MG - Brasil

Endereço para correspondência

João Evangelista Fiorini
E-mail: microrganismo@unifenas.br

Recebido em: 26/02/2013
Aprovado em: 26/09/2014

Instituição: Universidade José do Rosário Vellano - UNIFENAS Alfenas, MG - Brasil

Resumo

A planta Plectranthus ornatus Codd é originária dos países do Mediterrâneo e Oriente Próximo. Na medicina popular é indicada para males do fígado e problemas de digestão. É utilizada no tratamento para o controle da gastrite, na dispepsia, azia, mal-estar gástrico e ressaca. Este trabalho objetiva a avaliação antimicrobiana do extrato de P. ornatus, utilizando-se 15 microrganismos padronizados. Os testes antimicrobianos foram realizados em ágar Mueller Hinton pela técnica de poços. Foram utilizados os testes de microdiluição em caldo, para a determinação da concentração inibitória mínima (CIM) e semeadura, em placas contendo ágar Mueller Hinton para a concentração microbicida mínima (CMM). Os testes de microdiluição em caldo demonstraram que o extrato nas concentrações de 20,31; 325 e 650 mg/mL inibiu o crescimento bacteriano de Bacillus cereus, Streptococcus pyogenes e Enterococcus faecalis, respectivamente. Para o fungo Saccharomyces cerevisiae os testes de microdiluição demonstraram inibição do crescimento na concentração de 1.300 mg/mL. Para as demais cepas testadas, o extrato não demonstrou atividade. Em decorrência da crescente resistência múltipla microbiana aos antibióticos, pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos que sejam economicamente viáveis e com margem de segurança efetiva têm ganhado espaço na comunidade científica.

Palavras-chave: Medicina Tradicional; Fitoterapia; Peumus; Plectranthus; Produtos com Ação Antimicrobiana; Anti-Infecciosos; Testes de Sensibilidade Microbiana.

 

INTRODUÇÃO

O surgimento e a disseminação de microrganismos resistentes aos agentes antimicrobianos disponíveis no mercado têm sido relatados há décadas, incentivando a busca por novas fontes de substâncias com atividades antimicrobianas que sejam eficientes, como as plantas utilizadas na medicina popular.1

O tratamento de doenças utilizando-se extratos vegetais consiste em método dos mais antigos da medicina natural. A origem desse conhecimento ainda é remota e acredita-se que grande parte foi adquirida pela observação do instinto humano e animal. Dessa maneira, o homem passou a distinguir plantas comestíveis, ou que poderiam tratar doenças, de plantas tóxicas. Esse conhecimento foi transmitido de geração para geração pelas comunidades que conviviam com ervas e dependiam delas para tratar doenças.2

O Brasil apresenta grande potencial para o desenvolvimento de estudos e de descobertas de plantas medicinais e de fármacos à base delas, pois cerca de 20% das 250 mil espécies medicinais catalogadas pela United Nations Educational Scientific and Cultural Organization (UNESCO) são nativos no território brasileiro, o que facilita o aproveitamento do seu potencial curativo para o tratamento de doenças no país.3 O ecossistema amazônico possui a maior biodiversidade do planeta, com inúmeras espécies vegetais com propriedades medicinais relatadas e outras em que seus efeitos terapêuticos ainda são desconhecidos.1,4

Os boldos pertencem ao grupo de espécies de plantas com propriedades colagogas. O boldo do Chile (Peumus boldus Molina) é conhecido como verdadeiro boldo.5 Brandão et al. registram, na primeira Farmacopeia Brasileira, de 1929, que a planta popularmente conhecida como boldo era o Boldo do Chile. A diferenciação e correta identificação das espécies é importante, pois o mesmo e o falso boldo (Plectranthus barbatus Ard.) possuem compostos que causam efeitos colaterais.6

A família Lamiaceae é originária principalmente de países do Mediterrâneo e Oriente e consiste de cerca de 200 gêneros e 3.200 espécies, destacando-se o gênero Plectranthus, com diversos representantes de uso terapêutico.7 As espécies de Plectrathus são ricas em diterpenos e são usadas na medicina popular em várias partes do mundo.8,9

A planta Plectranthus ornatus Codd é popularmente conhecida como boldo chinês, boldo gambá, boldo miúdo ou boldo rasteiro5. Na medicina popular é indicada para males do fígado e problemas da digestão. Pode ser usada no tratamento de gastrite, dispepsia, azia e do mal-estar gástrico e seu sabor amargo é estimulante da digestão e do apetite.5,10

As folhas contêm substâncias com atividades analgésicas, não apresentando efeito colateral. Foram observadas leve atividade sedativa, que pode se associar à ação analgésica, bem como bactericida e fungicida, ainda não especificadas pela literatura.5

 

MATERIAL E MÉTODOS

Coleta dos espécimes: as folhas de Plectranthus ornatos foram coletadas no município de Alfenas, estado de Minas Gerais, Brasil, à beira da Rodovia MG - 179, km 0, em setembro de 2011 e identificadas pela equipe do Laboratório de Botânica da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL). A exsicata do vegetal está armazenada no Herbário da Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS), Alfenas, sob o nº 320.

Obtenção do extrato: o extrato das folhas frescas de Plectranthus ornatos foi obtido utilizando-se, como agente extrator, álcool etílico a 70%, conforme técnica já descrita.11,12 Foram pesados 400 g das folhas da planta e colocados em 1.600 mL de álcool a 70%. Essa mistura foi macerada em balão volumétrico (2.000 mL) e armazenada à temperatura ambiente por 15 dias, ao abrigo da luz, sendo a seguir filtrada e mantida a 4ºC em frasco âmbar estéril. Posteriormente, foi concentrada em evaporador rotatório e liofilizada. Na hora do uso, a mesma foi ressuspensa em água destilada estéril e passada em filtro Millipore® (0,22 µm).

Ação antimicrobiana: os ensaios de ação antimicrobiana foram realizados com bactérias e fungos padronizados (ATCC e NEWPROV): 1. Bactérias: Bacillus cereus (ATCC 11778), Bacillus stearothermophilus (ATCC 7953), Bacillus subtilis (ATCC 6633), Enterobacter aerogenes (ATCC 13048), Enterococcus faecalis (ATCC 29212), Escherichia coli (ATCC 25922), Klebsiella pneumoniae (ATCC 13883), Proteus mirabilis (ATCC 25933), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 25619), Shigella flexineri (NEWPROV 0122), Salmonella typhimurium (ATCC 14028), Staphylococcus aureus (NEWPROV 25923), Streptococcus pyogenes (NEWPROV 19615); e, 2. Fungos: Candida albicans (ATCC 1023-1) e Saccharomyces cerevisiae (ATCC 2601). As amostras de bactérias foram mantidas em ágar BHI e os fungos em ágar Sabouraud, à temperatura de 4ºC, até o momento dos testes.

Avaliação do perfil de sensibilidade: a atividade antimicrobiana do extrato vegetal de Plectranthus ornatos foi avaliada por meio do teste de difusão em ágar, concentração inibitória mínima (CIM) e concentração microbicida mínima (CMM), de acordo com os padrões do National Committee for Clinical Laboratory Standards (NCCLS, 2002).13-15 Foram utilizadas as concentrações de 1.300; 650; 325; 162,5; 81,25; 40,62; 20,31; 10,15; 5,07; 2,53 mg/mL. As determinações do perfil de sensibilidade foram realizadas de acordo com a metodologia de microdiluição em meio RPMI 1640 para leveduras, conforme protocolo M27A3 (CLSI, 2008)13, e microdiluição em caldo Mueller Hinton para bactérias, conforme protocolo M7A6 (CLSI, 2003)14. Os ensaios foram realizados em duplicata.

A CIM foi determinada nos extratos que apresentaram atividade inibitória no teste de difusão em ágar (NCCLS, 2002)15, em microplacas, nas quais foram colocados 150 µL do caldo Mueller Hinton concentrado (2x) em todos os poços. No primeiro poço foi adicionado o extrato com concentração de 1.300 mg/mL e, a partir deste, foram preparadas diluições seriadas decrescentes. Foram inoculados nos poços 10 µL da suspensão microbiana com turvação equivalente ao tubo de 0,5 da Escala de MacFarland.

A CMM foi realizada nas concentrações do extrato que apresentaram inibição para o crescimento bacteriano. A confirmação da ação bacteriostática/bactericida e/ou fungistática/fungicida das diluições foi feita a partir do plaqueamento da diluição específica e das concentrações imediatamente superior e inferior no meio de cultura ágar Mueller Hinton. Após, as placas foram analisadas com observação da presença ou ausência de crescimento microbiano.

Estatística - para os ensaios de ação antimicrobiana foi adotada estatística descritiva.

 

RESULTADO

Na verificação da atividade antimicrobiana do extrato de P. ornatus, observou-se formação de halos de inibição entre 18 e 22 mm sobre o crescimento de bactérias Gram-positivas Bacillus cereus ATCC 11778, Enterococcus faecalis ATCC 29212 e Streptococcus pyogenes NEWPROV 19615 e sobre o crescimento do fungo Saccharomyces cerevisiae ATCC 2601. Não houve formação de halos para os seguintes microrganismos: Bacillus subtilis ATCC 6633, Bacillus sterothermophilus ATCC 7953, Candida albicans NEWPROV 0031, Enterobacter aerogenes ATCC 13046, Escherichia coli ATCC 25922, Klebsiella pneumoniae ATCC 13883, Proteus mirabilis ATCC 25933, Pseudomonas aeruginosa ATCC 25619, Staphylococcus aureus NEWPROV 25923, Streptococcus pyogenes NEWPROV 19615, Shigella flexineri NEW PROV 0122, Salmonella typhimurium NEWPROV 14 028 (Tabela 1).

 

 

DISCUSSÃO

Os resultados obtidos, no que diz respeito à CIM e à CMM, foram positivos para as cepas de Bacillus cereus (ATCC 11778) Enterococcus faecalis (ATCC 29212) na concentração de 20,31 mg/mL e Streptococcus pyogenes (NEWPROV 19615) na concentração de 325 mg/mL. Para o fungo Saccharomyces cerevisiae (ATCC 2601) foi observada apenas a CIM de 1.300 mg/µL, a mesma para a CMM (Tabela 1).

Fernandes et al. verificaram que a atividade antimicrobiana de extratos e óleos vegetais deve-se aos produtos do metabolismo secundário, como terpenoides e compostos fenólicos, sendo eles flavonoides e saponinas, que em sua forma pura também exibem ação antimicrobiana. A diferença dos achados de atividade antimicrobiana descritos sobre plantas pode estar relacionada à quantidade de cada princípio ativo presente nos extratos, uso de técnicas e procedimentos diferentes, bem como época do ano em que foi feita a colheita do material.16

Brasileiro et al. avaliaram a atividade antimicrobiana e citotóxica do extrato de P. ornatus e outras 31 espécies de empregando o método de difusão em ágar e o teste de letalidade de Artemia, constatando que, entre as cepas testadas, não houve inibição do crescimento de Sthapylococcus aureus e Escherichia coli, confirmando os resultados obtidos neste trabalho, demonstrando também que o extrato apresentou toxicidade às larvas de Artemia salina (DL50<1000 ppm).4

Nogueira et al. salientaram que cepas de S. aureus foram sensíveis na presença do extrato de Plectranthus amboinicus, tendo usados 10 isolados de S. aureus, oito de Pseudomonas aeruginosa, quatro de Candida albicans e quatro de Candida krusei, isolados de otite externa aguda. A Pseudomonas aeruginosa foi resistente aos extratos de plantas testados.17

Lopes e Almeida18 também avaliaram a atividade antibacteriana do extrato da fruta de Morinda citrifolia L. sobre as cepas de S. aureus e E. coli, demonstrando que o seu extrato não inibiu o seu crescimento.

Pinho et al.19 realizaram estudo sobre atividade antimicrobiana utilizando os extratos das plantas aroeira, barbatimão e erva baleeira em ensaios de difusão em ágar sobre as cepas de S. aureus e E. coli. Apuraram que os extratos das plantas em estudo inibiram o crescimento somente de S. aureus, mas não de E. coli.

Os extratos alcoólicos de própolis, com concentração de 11 e 20%, são capazes de inibir o crescimento de Bacillus cereus, Bacillus subtilis, Klebisiela pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Enterobacter aerogenes, Micrococcus luteus, Candida albicans e Saccharomyces cerevisae.20

Silva et al. investigaram a atividade antioxidante e antimicrobiana do extrato de Mimosa caesalpiniifolia Benth nas cepas de Bacillus cereus, Candida albicans, Candida krusei, Candida glabrata, Candida parapsilosis, Candida tropicalis, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus, utilizando a técnica de difusão em ágar. Constataram que o extrato exibiu atividade inibitória de crescimento para todos os microrganismos testados.21

Lopes et al.22 analisaram a atividade antimicrobiana do extrato seco de insulina e óleo de copaíba em cepas bacterianas e fúngicas (Salmonella typhimurium, Staphylococcus aureus, Staphylococcus epidermidis, Enterococcus faecalis, Escherichia coli, Bacillus cereus, Bacillus subtilis, Candida albicans e Cryptococcus neoformans). Verificaram que o óleo de copaíba inibiu o crescimento de S. aureus, E. coli, B. subtilis e E. faecalis, sendo os demais microrganismos, resistentes. A CIM para os microrganismos sensíveis variou de 6,05 a 30,25 mg/mL, com CMM de 18,15 mg/mL para E. faecalis. O extrato de insulina não demonstrou ação antimicrobiana.22-28

Os extratos de orégano, tomilho, lipia, gengibre, sálvia, alecrim e manjericão foram estudados por Pozzo et al.29 Os ensaios de ação antimicrobiana sobre 32 cepas de S. aureus isolados de mastite bovina demonstraram ação inibitória em todos os microrganismos testados.29

A investigação da atividade antimicrobiana e antioxidante da planta Ziziphus joazeiro, conhecida como juazeiro ou laranjeira do vaqueiro, utilizando-se a técnica de difusão em ágar e CIM, evidenciou que o extrato das folhas e cascas possuía atividade antioxidante e antimicrobiana em 70% das cepas analisadas, destacando-se Candida albicans, Enterococcus faecalis, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa e Streptococcus pyogenes. O extrato das folhas mostrou CIM entre 0,25 e 0,5 mg/mL contra Micrococcus luteus e entre 0,125-0,250 mg/mL contra Mycobacterium smegmatis, enquanto o extrato da casca apresentou CIM entre 0,5 e 1,0 mg /mL para M. smegmatis.24

Estudos fitoquímicos possibilitaram o isolamento de diterpenos do gênero Plectranthus, sendo a ornantina A, barbatusina, labdano e forskolina os princípios ativos do gênero Plectranthus SP. Identificaram-se também alquilfenois e flavonoides.25,26 Esses princípios ativos poderiam estar relacionados à ação antimicrobiana observada nos resultados aqui descritos.

Devido à grande variedade da composição química de plantas, estudos realizados detectaram flavonoides, com várias ações farmacológicas, destacando-se a ação anti-inflamatória, cicatrizante, antitumoral, antimicrobiana e principalmente antifúngica.1,4,21,26-29 Neste estudo, registrou-se a atividade antifúngica do produto avaliado em diversas concentrações, obtendo-se a inibição do fungo Saccharomyces cerevisae em presença do extrato de P. ornatus. No entanto, não houve inibição de Candida albicans, pressupondo-se a interferência de vários fatores.

Os flavonoides e taninos têm a habilidade de inativar enzimas e complexarem-se com proteínas extra-celulares, proteínas solúveis e com a parede celular das bactérias, configurando os prováveis mecanismos de ação antimicrobiana. A total ruptura de membranas microbianas pode ser dada por flavonoides de caráter lipofílico.1,4,21 Sendo assim, é possível que esses compostos estejam presentes no extrato de P. ornatos, sendo responsáveis por sua atividade antimicrobiana.

Em estudos de atividade antimicrobiana in vitro utilizando extratos brutos de plantas, o potencial antimicrobiano muitas vezes não está relacionado a um único princípio ativo. Portanto, o processo de isolamento de substâncias ativas que estejam presentes nos extratos em estudo pode inviabilizar o uso da planta como fitoterápico, pois sua ação está ligada à associação de vários princípios ativos e não a um único que esteja presente.30

 

CONCLUSÃO

O extrato hidroalcoólico das folhas de P. ornatus apresentou CIM de 20,31 mg/mL a 1.300 mg/mL, variando com a espécie testada. A CMM foi constatada em três entre as quatro cepas bacterianas que apresentaram halos de inibição. Este estudo reafirma a importância de investigações etnofarmacológicas na seleção de plantas com indicação terapêutica.

 

AGRADECIMENTOS

Ao CNPq, pela concessão da bolsa de Iniciação Científica.

 

REFERÊNCIAS

1. Mendes LPM, Maciel KM, Vieira ABR, Mendonça LCV, Silva RMF, Rolim-Neto PJ, et al. Atividade antimicrobiana de extratos etanólicos de Peperomia pellucida e Portulaca pilosa. Rev Ciên Farm Básica Apl. 2011;32(1):121-5.

2. A cura está na natureza: medicina natural. São Paulo: Brasil; 2000. 544 p.

3. Drumond MRS, Castro RD, Almeida RVD, Pereira MSV, Padilha WWN. Estudo comparativo in vitro da atividade antibacteriana de produtos fitoterápicos sobre bactérias cariogênicas. Pesq Bras Odontoped Clin Integr. 2004;4(1):33-8.

4. Brasileiro BG, Pizziolo VR, Raslan DS, Jamal CM, Silveira D. Antimicrobial and cytotoxic activities screening of some Brazilian medicinal plants used in Governador Valadares district. Rev Bras Ciên Farm. 2006 abr./jun; 42(2):195-202. [Citado em 2013 jan. 20]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-93322006000200004&lng=en. http://dx.doi.org/10.1590/S1516-93322006000200004.

5. Mauro C, Silva CP, Missima J, Ohnuki T, Rinaldi RB, Frota M. Estudo anatômico comparado de órgãos vegetativos de boldo miúdo, Plectranthus ornatusCodd. e malvariço, Plectranthus amboinicus(Lour.) Spreng. - Lamiaceae. Rev Bras Farmacogn. 2008;18(4):608-13.

6. Brandão MGL, Cosenza GP, Moreira RA, Monte-Mor RLM. Medicinal plants and other botanical products from the Brazilian Official Pharmacopoeia. Rev Bras Farmacogn. 2006;16:408-20.

7. Duarte MR, Lopes JF. Morfoanatomia foliar e caulinar de Leonurus sibiricus, Lamiaceae, Rev Acta Farm Bonaerense. 2005;24(1):68-74. [Citado em 2013 jan. 20]. Disponível em: http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6711

8. Albuquerque RL, Machado MIL, Silva MGV, Morais SM, Matos FJA, Lima LB. Novo diterpeno isolado das folhas de Plectranthus ornatos. In: Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química. São Paulo: SBQ; maio de 2003.

9. Albuquerque RL, Machado MIL, Silva MGV, Morais SM, Matos FJA, Lima LB. Estudo químico e atividade do óleo essencial de Plectranthus grandis Will e Plectranthus ornatus Codd. In: Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química. São Paulo: SBQ; maio de 2003.

10. Codd LE. Flora of Southern Africa: Botanical Research Institute, Department of Agriculture and Water Supply. Pretoria. 1985;28(Part 4):137-51.

11. Carceres A, Menéndeza H, Médez E. Antigonorrhoel activity of plntas used in Guatemala for the treatment of sexually transmitted diseases. J Etnopharmacol. 1995;48(2):85-8.

12. Farmacopeia Brasileira. 5ª ed., São Paulo: Atheneu; 2010. v. 1-2.

13. Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI). Reference method for broth dilution antifungal susceptibility testing of yeasts. Approved Standard, 3rd ed., M27-A3. Wayne, PA: CLSI; 2008.

14. (CLSI) Clinical and Laboratory Standards Institute. Methods for dilution antimicrobial susceptibility tests for bacteria that grow aerobically. Approved standard. 6th ed. M7-A6. Wayne, PA: CLSI; 2003.

15. (NCCLS) National Comitte for Clinical Laboratory Standart. Padrões de desempenho para teste de susceptibilidade antimicrobiana: padrão M2-A6 aprovado. 6th ed. Wayne, PA: NCCLS; 2002.

16. Fernandes AP, Ribeiro GE, Rufino LRA, Silva LM, Boriollo MFG, Oliveira NMS, et al. Efeito do extrato hidroalcoólico de Pyrostegia venusta na mutagênese "in vivo", e avaliação antimicrobiana, e interferência no crescimento e diferenciação celular "in vitro". Rev Med Minas Gerais. 2011;21(3):272-9.

17. Nogueira JCR, Diniz MFM, Lima EO. Atividade antimicrobiana in vitro de produtos vegetais em otite externa aguda. Rev Bras Otorrinolaringol. 2008;74(1):118-24.

18. Lopes LC, Almeida JVP. Atividade antibacteriana do extrato hidroalcoólico da fruta Morinda citrifolia L. (NONI) em cepas de S. aureus e E. coli. Rev Hig Ali. 2011;25:162-8.

19. Pinho L, Souza PNS, Sobrinho EM, Almeida AC, Martins ER. Atividade antimicrobiana de extratos hidroalcoolico das folhas de alecrim-pimenta, aroeira, barbatimão, erva baleeira e do farelo da casca de pequi. Rev Ciência Rural. 2012;42(2):326-31.

20. José TDS, Assunpção R, Oliveira NMS, Fiorini JE. Análise da atividade antimicrobiana com diferentes extratos de própolis In: I Congresso de Biomedicina. Alfenas, Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS); 2008.

21. Silva MJD, Endo LH, Dias ALT, Silva GA, Santos MH, Silva MA. Avaliação da atividade antioxidante e antimicrobiana dos extratos e frações orgânicas de Mimosa caesalpiniifolia Benth. (Mimosaceae). Rev Ciên Farm Básica Apl. 2012;33(2):267-74.

22. Lopes KC, Perreira MA, Nascimento LC, Fiorini JE. Avaliação da atividade antimicrobiana e ação de Cissus sicynoides e Copaifera langsdorffii na diferenciação se sistemas eucarióticos unicelulares. In: Seminário de Iniciação Cientifica. Alfenas: Universidade José do Rosário Vellano (UNIFENAS); 2006.

23. Pozzo MD, Santurio DF, Rossatto AC, Vargas SH, Alves ES, Loreto JV. Activity of essencial oils from spices Staphylococcus spp. Isolated from bovine mastites. Arq Bras Med Vet Zootec. 2011;63(5):1229-32.

24. Silva TCL, Almeida CCBR, Veras Filho J, Peixoto Sobrinho TJS, Amorim ELC, Costa EP, et al. Atvidades antioxidante e antimicrobiana de Ziziphus joareiro mart. (Rhamnaceae): avaliação compartiva entre cascas e folhas. Rev Ciên Farm Básica Apl. 2011;32(2):193-9.

25. Oliveira ACP, Endringer DC, Amorim LAS, Brandão MGL, Coelho MM. Effect of the extracts and fractions of Baccharis trimera and Syzygium cumini on glycaemia of diabetic and non-diabetic mice. J Ethnopharmacol. 2005;16:465-9.

26. Wannmacher L. Uso indiscriminado de antibióticos e resistência microbiana: uma guerra perdida? Bol Saúde. 2002;23(12):1127-41.

27. Bruneton J. Pharmacognosy: phytochemistry medicinal plants. 2nd ed. Paris: Lauvoisier; 1999. 1119 p.

28. Dotto SR, Travassos RMC, Ferreira R, Santos R, Wagner M. Avaliação da ação antimicrobiana de medicações usadas em endodontia. Rev Odonto Ciência. 2006;21(5):266-9.

29. Oliveira PM, Ferreira AA, Silveira D, Alves RB, Rodrigues GV, Emerenciano VP, et al. Diterpenoids from the Aerial Parts of Plectranthus ornatus. J Nat Prod. 2005;68(4):588-91.

30. Andrade JS, Fiorini JE. Atividade Antimicrobina "in vitro", ação cicatrizante e anti-inflamatória "in vivo" do extrato de Luffa opercolata [tese]. Alfenas: Universidade José do Rosário Vellano; 2009. p. 58-65.