RMMG - Revista Médica de Minas Gerais

Volume: 26. (Suppl.2) DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20160017

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Artigos de Revisão

Aleitamento materno nos últimos cinco anos: um estudo bibliométrico

Breastfeeding in the last five years: a bibliometric study

Lucinéia de Pinho1; Camila Ferreira de Oliveira2; Fúlvia Karine Santos Marques2; Jéssica Alkmim Rodrigues2; Antonio Prates Caldeira3

1. Nutricionista. Doutora em Ciências da Saúde. Professora Titular. Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. Mestrado Profissional em Cuidado Primário em Saúde. Montes Claros, MG - Brasil
2. Acadêmica do Curso de Medicina. UNIMONTES, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Montes Claros, MG - Brasil
3. Médico Pediatra. Doutor em Ciências da Saúde. Professor Titular. UNIMONTES, Mestrado Profissional em Cuidado Primário em Saúde. Montes Claros, MG - Brasil

Endereço para correspondência

Lucinéia de Pinho
E-mail: lucineiapinho@hotmail.com

Suporte financeiro: Fundaçao de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Apoio financeiro por meio de bolsa de iniciaçao científica.

Instituiçao: Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES Montes Claros, MG - Brasil

Resumo

INTRODUÇÃO: o leite materno é o melhor alimento para a criança nos primeiros meses de vida, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento adequado a curto e longo prazo.
OBJETIVO: caracterizar o perfil das publicações brasileiras com a temática aleitamento materno.
MÉTODO: trata-se de um estudo bibliométrico, com análise da produção do conhecimento científico de estudos conduzidos no país entre 2009 e 2013. As palavras-chave "breastfeeding and Brazil" na base de dados Pubmed e "aleitamento materno" no Scielo, Medline e Lilacs.
RESULTADOS: foram avaliadas 466 publicações, sendo que, entre os anos de 2009 e 2012, houve gradativo aumento do número. A temática mais prevalente foi "determinantes e fatores associados ao aleitamento materno/desmame" (33,9%). Identificaram-se 579 descritores entre os textos publicados, sendo aleitamento materno (397) e desmame (109) os mais citados. A maior parte dos artigos eram estudos quantitativos (n=301). A qualificação B1 foi a mais prevalente entre as revistas e a regiao Sudeste teve o maior número de publicações ao longo dos cinco anos. Destacam-se enfermeiros (28,5%), nutricionistas (21,7%) e médicos (15,1%) e predomínio de doutores (45,1%) e mestres (24,5%) entre os titulares das publicações.
CONCLUSÕES: há relativa homogeneidade para os primeiros quatro anos do período estudado, com declínio no último ano da série. Apesar de a situação do aleitamento estar longe da ideal, foram conquistados avanços relativos à prática no país.

Palavras-chave: Aleitamento Materno; Publicações Periódicas; Ibliométria.

 

INTRODUÇÃO

O leite materno é o melhor alimento para a criança nos primeiros meses de vida, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento adequado a curto e longo prazo e fornecendo proteção contra doenças respiratórias, gastrointestinais e processos alérgicos.1,2 A prática da amamentação também intensifica o vínculo mae-filho e beneficia a mae durante o puerpério por reduzir o sangramento pós-parto e acelerar a involução uterina.3

A literatura também registra outros benefícios para a mae, como a proteção natural contra futuras gestações nos primeiros meses após o parto e proteção contra alguns tipos de tumores como os de mama e ovário.4,5

A amamentação exclusiva é preconizada até os seis meses de idade e sua manutenção, juntamente com outros alimentos, até os dois anos de idade ou mais.6,7 Entretanto, existem diversos fatores que contribuem para que tal prática não seja cumprida adequadamente: inserção da mulher no mercado de trabalho, dificuldades na amamentação, baixa escolaridade, falta de conhecimento sobre os benefícios da prática, hábitos culturais, uso precoce de chupeta e mamadeira, depressão pós-parto, entre outros.8,9

A literatura nacional apresenta, com relativa frequência, publicações sobre aleitamento materno, mas não existem registros de sistematização regular da produção científica na área. Nesse sentido, os estudos bibliométricos representam uma importante ferramenta para análise das publicações científicas e estao se tornando cada vez mais frequentes.10,11

Análises bibliométricas, ainda que descritivas, possibilitam o conhecimento do "estado da arte" em relação ao que se tem publicado sobre determinado tema, pois consolidam as informações destacando aspectos que outros estudos não permitem alcançar. Particularmente em relação à temática do aleitamento materno, análises bibliométricas são desejáveis, pois a pesquisa científica na área tem o potencial de envolver várias e diversificadas abordagens, incluindo análises multidisciplinares. O mapeamento de produções científicas a partir da contagem de documentos permite uma avaliação do que está sendo publicado e quais conhecimentos estao sendo construídos na área da saúde sobre a amamentação.10,12,13 No presente estudo, objetivou-se caracterizar o perfil das publicações brasileiras com a temática aleitamento materno.

 

MÉTODOS

Trata-se de estudo bibliométrico, com análise quantitativa e descritiva da produção do conhecimento científico por meio da contagem de documentos.13,14 Para a coleta de dados, realizou-se um levantamento das publicações veiculadas entre os anos de 2009 e 2013, com as palavras-chave "breastfeeding and Brazil" na base de dados Pubmed e "aleitamento materno" no Scielo, Medline e Lilacs. A busca foi feita no período de março a abril de 2014 e incluíram-se artigos de todas as línguas disponíveis. A seleção das publicações baseou-se na leitura sistemática de títulos e resumos e utilizou-se como critérios de inclusão o aleitamento materno como tema principal e o Brasil como local da condução da pesquisa.

Após identificação dos textos, conduziu-se a tabulação das publicações em planilha eletrônica, por ano de publicação, título, autor principal (formação, titulação e instituição vinculada), periódico, descritores utilizados e metodologias empregadas para realização do estudo. A partir desses dados, foram determinados cinco parâmetros para objeto de estudo e tabulação: número de publicações/ano, principais subtemas abordados, instituições publicadoras e suas respectivas regioes, periódicos e sua qualificação.

As revistas foram analisadas pelo sistema "Qualis", que avalia os periódicos e verifica a qualidade da produção intelectual, sendo elaborado a partir de diretrizes e orientações gerais estabelecidas pelo Conselho Técnico e Científico (CTC) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O sistema identifica os veículos de mais relevância para cada área, estimulando sua utilização para a divulgação da produção acadêmica. As produções são classificadas nos quesitos qualidade - alta (A), média (B), ou baixa (C) - e âmbito de circulação - internacional (1), nacional (2), local (3).15

Os descritores utilizados nas publicações foram listados e analisados quantitativa e qualitativamente para definição dos principais temas de pesquisa envolvendo o aleitamento materno.

 

RESULTADOS

Foram identificadas e analisadas 466 publicações sobre "aleitamento materno", sendo que, entre os anos de 2009 e 2012, houve aumento gradativo do número das publicações sobre o tema. O ano de 2013 apresentou a menor produção numérica do período estudado, correspondendo a apenas 14,37% das publicações analisadas (Tabela 1).

 

 

A análise dos descritores, apoiada nos resumos dos textos, permitiu a definição de nove temas, que são apresentados na Tabela 2. Nos cinco anos do estudo o tema mais prevalente foi "determinantes e fatores associados ao aleitamento materno/desmame", representando 33,9% do total de artigos analisados, seguido pela temática "educação e promoção do aleitamento materno", correspondendo a 18,2% do total de textos publicados. Temas como "adolescência e aleitamento materno" e "prematuridade/baixo peso e aleitamento materno" foram menos comuns entre as publicações do período.

 

 

Foram identificados 579 descritores entre os textos publicados. Os mais citados foram: aleitamento materno (397), desmame (109), promoção da saúde (26), nutrição do lactente (25) lactente (24) e leite humano (23). É relevante destacar que 364 descritores foram citados uma única vez e que 190 termos apresentados como descritores não constavam da relação dos Descritores em Ciência da Saúde (DeCS), criado pela Biblioteca Virtual em Saúde, ou do Medical Subject Headings (MeSH), da US National Library of Medicine (NLM).

A maioria dos artigos publicados foi classificada na categoria de estudos quantitativos (n=301) e 53 abordaram o tema em estudos de revisão. Observa-se que a maioria dos estudos era de caráter epidemiológico, com número restrito de investigações na área de análise laboratorial do leite humano e dos seus benefícios e vantagens.

Entre as 466 publicações identificadas, 382 referiam-se a artigos em periódicos indexados e as demais 84 referiam-se a publicações de órgaos oficiais, dissertações/teses ou outras publicações em periódicos não qualificados pela CAPES. Os artigos foram identificados em 151 periódicos e os estratos dos mesmos estao na Tabela 3. Observou-se que a maior parte dos manuscritos concentrou-se no estrato de Qualis B.

 

 

Entre os periódicos analisados, o Jornal de Pediatria se destacou quantitativamente, com o total de 33 artigos publicados, seguido pela Revista da Escola de Enfermagem da USP e Revista Paulista de Pediatria, ambas com 17 artigos, Revista de Saúde Pública e Revista Ciência & Saúde Coletiva com 15 artigos, Revista de Nutrição (14), Cadernos de Saúde Pública (13) e Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste (13).

Na análise da formação profissional do primeiro autor do trabalho, destacam-se os enfermeiros (28,5%), nutricionistas (21,7%) e médicos (15,1%). Quanto à titulação do primeiro autor do trabalho, o maior número foi de doutores (45,1%) e mestres (24,5%). Em 100 (21,5%) dos artigos identificados ao longo do período, não foi possível identificar a titulação do primeiro autor.

A distribuição dos locais (instituições) responsáveis pelas publicações ao longo do período estudado é apresentada na Figura 1. A regiao Sudeste destaca-se com o maior número de publicações e a regiao Norte com o menor número. As publicações estiveram concentradas nas instituições públicas federais.

 


Figura 1 - Número de artigos sobre aleitamento materno publicados em periódicos científicos, segundo regiao de origem da publicação, no período de 2009 a 2013.

 

DISCUSSÃO

A produção de artigos científicos sobre aleitamento materno apresentou um padrao de relativa homogeneidade para os primeiros quatro anos do período estudado, com declínio no último ano da série. Embora não seja possível definir que exista uma queda definitiva na produção de conhecimentos na área, a redução do número de artigos publicados deve ser vista como um sinal de alerta ou um possível desinteresse pelo tema, situação já registrada em um estudo similar realizado em Cuba.11

A abordagem dos temas dos artigos em análise conduzida a partir dos descritores destaca a investigação de fatores associados ao desmame como principal foco de investigação ao longo dos anos e com proporção relativamente constante. Esse aspecto é relevante, pois evidencia uma busca por variáveis que podem ser abordadas pelos serviços de saúde em estratégias de intervenção precoce e permite ainda a identificação do público-alvo para a promoção do aleitamento materno.8,16

A avaliação específica de atividades educativas e de promoção do aleitamento materno, incluindo-se aí os relatos de experiências exitosas, representou o segundo eixo temático mais comum nas publicações estudadas. Este representa outro aspecto relevante, pois ressalta o desenvolvimento de ações de saúde que podem ser repetidas em diferentes locais, com potencial benefício para a população assistida.

Embora a literatura científica evidencie a importância do aleitamento materno para o binômio mae-filho e todas as ações realizadas para a sua promoção, os indicadores da prática da amamentação ainda estao aquém das recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde.7 ,17,18 Sabe-se que atualmente menos da metade das crianças menores de seis meses está em aleitamento materno exclusivo.19 Nessa conjuntura, faz-se necessário o desenvolvimento de ações pró-amamentação objetivando o incentivo e apoio contínuo ao aleitamento materno, além da consolidação da multidisciplinaridade na educação materna, visto que tais ações fornecem orientações acessíveis e suporte para que a lactante mantenha a amamentação.20

Ainda na análise temática dos artigos, observou-se que 364 descritores foram citados uma única vez, o que traduz uma diversidade de temas envolvidos nas publicações. Por outro lado, o registro de 190 termos não foi localizado na relação dos Descritores em Ciência da Saúde, o que pode denotar uma precariedade em relação aos parâmetros científicos na redação das produções analisadas. Na produção científica, a definição dos descritores ou palavras-chave é de grande relevância ao indexar e delimitar um campo da ciência, além de auxiliar na procura de informações. Divergências na nomenclatura das bases de dados colocam em risco a localização do artigo, o que possibilita mais chances de o artigo não ser encontrado e, portanto, também não ser citado. Isso traz prejuízos, uma vez que o fator de impacto da revista é avaliado, entre outros parâmetros, pela quantidade de citações obtidas pelos artigos nela publicados.21

A avaliação dos periódicos mostrou que reduzida parcela de revistas apresentou-se com número significativo de publicações, enquanto a maioria delas teve pouca expressividade nesse aspecto, sendo muitas não especializadas em áreas afins ao aleitamento materno. Esses resultados, nos princípios bibliométricos, retomam a Lei de Bradford, em que se percebe menor número de periódicos associados intimamente ao assunto e uma quantidade maior de periódicos não relacionados ao tema.11,13

Na avaliação dos periódicos, proposta pelo CAPES, observam-se classificação e estratificação de revistas a partir de critérios mínimos, diferentemente de outros métodos que utilizam a somatória de pontos, em que notas máximas garantem superioridade do periódico em relação a outros. Embora a avaliação dos periódicos atrelada ao financiamento estabelecido pelo CAPES tenha aumentado o número de publicações, o país ainda possui valores baixos ou pouco "competitivos" em âmbito internacional, em relação ao fator de impacto.22,23 Esse aspecto, provavelmente, está associado a idioma de publicação (português) que tem baixa penetração internacionalmente.

Em concordância com outros estudos bibliométricos, o predomínio de publicações de caráter epidemiológico foi evidente e notou-se carência de estudos de análises bioquímicas, laboratoriais e/ou com abordagem envolvendo biologia molecular.24,25 Apesar da notável importância de análises biomoleculares para conhecimento pormenorizado de fatores que interferem na saúde como um todo, estudos epidemiológicos contemplam desde fatores de risco para determinada situação até intervenções clínicas, possibilitando agilidade e resolutividade na assistência.24 Estudos de biologia molecular demandam alto investimento e qualificação profissional na área e existem limitações éticas. Porém, esses estudos podem permitir intervenções mais complexas e individualizadas, sugerindo a necessidade de estudos cruzados, contendo informações de ambos os lados, visto que o ser humano é um ser biopsicossocial.

O aumento de produções científicas em determinada área do conhecimento pode levar a um impacto relacionado ao desenvolvimento tecnológico na área e aos menores índices de morbimortalidade.24 Nesse sentido, a publicação de trabalhos sobre aleitamento materno é um ponto importante para melhorar a assistência e, consequentemente, para consolidação da prática da amamentação.

O Brasil investe no incentivo ao aleitamento materno desde 1981, com a instituição de um Programa Nacional, que adotou uma variedade de ações. Apesar de a situação da amamentação estar longe da ideal, os avanços conquistados objetivando a expansão da prática no país são irrefutáveis. Esperava-se um número mais significativo de publicações sobre o tema nos últimos cinco anos, uma vez que ainda é necessário grande esforço para que os índices de aleitamento materno estejam compatíveis com a recomendação da OMS.26

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os resultados mostraram relativa homogeneidade para o período estudado. Apesar de a situação do AM estar longe da ideal, foram conquistados avanços relativos à prática no país. Esperava-se um número mais representativo de publicações sobre o tema nos últimos cinco anos, uma vez que ainda é necessário grande esforço para que os índices de aleitamento materno estejam compatíveis com as recomendações.

Os resultados do presente estudo devem estimular a condução de novas pesquisas, orientando o desenvolvimento de pesquisas em áreas ainda pouco abordadas. Estratégias de estudos multicêntricos, pouco observadas nesta revisão, também devem ser estimuladas, de modo a promover envolvimento pluri-institucional e maior troca de experiências entre os pesquisadores da área.

 

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