RMMG - Revista Médica de Minas Gerais

Número Atual: 28 e-1981 DOI: http://www.dx.doi.org/10.5935/2238-3182.20180003

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Artigo Original

Avaliação da capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico em atletas de voleibol do sexo feminino

Evaluation of pelvic floor muscle contraction capacity in female volleyball athletes

Paola Braga Salgado1; Ana Karoliny Ferreira dos Santos2; George Alberto da Silva Dias3; Gustavo Fernando Sutter Latorre4; Lilian Rose de Souza Mascarenhas5; Erica Feio Carneiro Nunes6

1. Discente do curso de Fisioterapia da Universidade do Estado do Pará (Discente do curso de Fisioterapia da Universidade do Estado do Pará)
2. Discente do curso de Fisioterapia da Universidade do Estado do Pará (Discente do curso de Fisioterapia da Universidade do Estado do Pará)
3. (Fisioterapeuta docente da Universidade do Estado do Pará) - Departamento ciencias do movimento humano
4. Mestre em fisioterapia (Fisioterapeuta pélvico)
5. Mestre (Professor Msc da Faculdade de Fisioterapia da Universidade Estadual do Pará)
6. Universidade do Estado do Pará

Endereço para correspondência

Erica Feio Carneiro Nunes
E-mail: erica@perineo.net

Recebido em: 07/01/2017
Aprovado em: 19/04/2018

Instituição: Universidade do Estado do Pará

Resumo

O número de mulheres que vêm adentrando o campo esportivo cresce consideravelmente. Entretanto, vale ressaltar que tal prática pode ser considerada de risco ao sistema reprodutivo feminino e aos músculos do assoalho pélvico. O objetivo do estudo foi comparar a CCAP em atletas praticantes da modalidade voleibol do sexo feminino e de mulheres sedentárias. Foi realizado um estudo com 20 mulheres, sendo 10 atletas de voleibol (GA) e 10 mulheres sedentárias (GS), do tipo transversal prospectivo quantitativo, no qual avaliou-se a capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico (CCAP) dessas mulheres e comparou-se a CCAP entre os grupos GA e GS. A avaliação da CCAP foi realizada através do perineômetro. Após a avaliação não foi observada diferença estatisticamente significativa com relação a CCAP entre os grupos GA e GS, porém no GA a média da CCAP foi inferior a do GS.

Palavras-chave: Fisioterapia, Mulheres, Atletas, Assoalho Pélvico.

 

INTRODUÇÃO

O número de mulheres que exercem a prática de atividade esportiva, dentre elas a modalidade voleibol, vem crescendo consideravelmente, pois é um esporte que se encontra em ascensão e vem se revelando nas competições internacionais como uma das modalidades líderes, além de destacar-se pelo desenvolvimento de qualidades motrizes como: velocidade, flexibilidade e resistência aeróbia, além da força muscular, sendo ela um importante componente e uma aptidão física essencial para o desempenho esportivo1,2.

Porém, para atletas do sexo feminino essa modalidade pode trazer um risco especial, devido aos efeitos negativos ao sistema reprodutivo, como irregularidades menstruais (amenorréia secundária, oligoamenorréia, curta fase lútea e anovulação), assim como para o sistema musculoesquelético, no qual, além das lesões comuns nas atletas, os exercícios de alto impacto podem também levar ao enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico (MAP), predispondo-as a disfunções no assoalho pélvico (DAP)3.

O assoalho pélvico é o conjunto de partes moles que consiste de músculos, ligamentos e fáscias, dispostos de modo a proporcionar uma ação esfincteriana. Sua função é sustentar os órgãos pélvicos, fechar a pelve e suportar as vísceras em posição vertical, assim como manter a continência urinária e fecal, sendo também imprescindível para a função sexual, na gravidez e no parto4,5. Assim, as DAP se refletem nessas funções ocasionando possíveis incontinências, prolapsos e/ou disfunções sexuais.

Nas atletas jovens e nulíparas as condições que contribuem para as DAP ainda não estão completamente esclarecidas. A hipótese é que atividades esportivas levam ao frequente aumento da pressão intra-abdominal, podendo levar à fadiga ou ao dano das estruturas musculares e conectivas do assoalho pélvico. Algumas literaturas pesquisadas colocam o exercício físico de alto impacto e o treinamento intensivo como fatores de risco para a fraqueza dos MAP6,7.

Ressalta-se, portanto, que são mulheres jovens, que geralmente não apresentam outros fatores de riscos para DAP, como gravidez, parto e cirurgias, porém que praticam atividades de alto impacto, no qual provocarão maior solicitação de contenção e suporte por parte dos MAP, de forma que estes devem estar preparados e fortalecidos, para que seja preservada sua função1.

Nesse contexto avaliar a capacidade de contração do assoalho pélvico (CCAP) em atletas de voleibol, se faz necessário, a fim de identificar fraquezas nesses músculos, além de levar informação para essas mulheres e contribuir para um melhor preparo e fortalecimento dessa musculatura preservando sua função, assim como possibilitará a realização de trabalhos preventivos através da intervenção fisioterapêutica6,1.

Desse modo o presente estudo teve como objetivo comparar a CCAP em atletas praticantes da modalidade voleibol do sexo feminino e de mulheres sedentárias.

 

MÉTODOS

A pesquisa foi iniciada a partir da aprovação do Comitê de Ética segundo o parecer Nº 280.147 no dia 17. 05. 2013, autorização da Unidade de Ensino e Assistência em Fisioterapia e Terapia Ocupacional (UEAFTO) e assinatura do Termo de Consentimento Livre e esclarecido (TCLE) pelas participantes. O estudo obedeceu aos preceitos da Declaração de Helsinque e do Código de Nuremberg e as normas de pesquisas envolvendo seres humanos (Res. CNS 466/12) do Conselho Nacional de Saúde.

O estudo foi transversal quantitativo, pois descreve indivíduos de determinada população, com relação às suas características pessoais e de suas histórias de exposição a fatores causais suspeitos em determinado momento. A amostra em estudo foi do tipo intencional, devido à limitação do tempo da pesquisa8.

A pesquisa ocorreu na Unidade de Ensino e Assistência em Fisioterapia e Terapia Ocupacional (UEAFTO) - Bloco D do Campus II da Universidade do Estado do Pará (UEPA), localizada no município de Belém - Pará, no período diurno, durante os meses de Julho a Setembro de 2013, de segundas- feiras a sextas-feiras.

Foram incluídas mulheres sedentárias e atletas femininas de voleibol com mais de um ano de treinamento profissional, com frequência de três treinos semanais, duração de no mínimo uma hora e que participaram do campeonato paraense de voleibol em 2013 na categoria adulto. Ambos os grupos deveriam estar entre a faixa etária de 20 a 26 anos, nulíparas e sexualmente ativas. Excluíram-se as que faziam uso de medicamento, exceto anticoncepcional, fumantes e que tivessem sofrido intercorrência cirúrgica ginecológica.

Todas as voluntárias foram convidadas para participar pessoalmente pela pesquisadora, quando recebiam informações sobre os objetivos da pesquisa, bem como, sobre os aspectos relevantes dos MAP suas principais funções e possíveis disfunções. As voluntarias responderam um questionário de triagem no qual constava dados de antecedentes pessoais, ginecológico, obstétricos e familiares, hábitos e questão sobre incontinência urinária e atividade física, elaborado pela autora, a fim de selecionar a amostra.

Foram abordadas 29 mulheres, sendo 14 atletas e 15 sedentárias. Destas foram excluídas 4 atletas e 5 sedentárias. A amostra, então, constou de 20 voluntárias divididas em dois grupos GA (Grupo das Atletas) e GS (Grupo das Sedentárias) cada um com 10 participantes.

Ambos os grupos foram submetidos a avaliação fisioterapêutica, foi verificado peso e altura através da balança antropométrica Welmy 110®e a partir desses dados calculou-se o índice de massa corporal (IMC = peso/altura²) de acordo com a classificação proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1995, seguida da avaliação da CCAP por meio da perineômetria com um perineômetro (Figura I).

 


Figura 1. Perineômetro desenvolvido pela autora

 

O perineômetro era composto por uma sonda vaginal de látex, por seringa de 60 mL, ambos componentes do Neurodyn Evolution - Ibramed®, e por um manômetro de pressão (mmHg)., componente do Esfigmomanômetro Aneróide Premium®. Todos estes foram acoplados a uma torneira de três vias.

O perineômetro é um manômetro de pressão que mede a habilidade dos MAP para desenvolver a contração vaginal, esse instrumento avalia o pico máximo de contração muscular do assoalho pélvico, é um dos métodos mais utilizados na avaliação fisioterapêutica por ser prático e objetivo9, 10.

Para a aprendizagem e conscientização da Contração Perineal (CP) realizou-se um treinamento prévio com as voluntarias em decúbito dorsal, quadris abduzidos, joelhos fletidos e pés apoiados, pois essa posição facilita o acesso ao canal vaginal e não há influencia da força da gravidade. Solicitou-se a realização de duas CP, durante a expiração, pois segundo Massuia11 na expiração a pressão intrapélvica gerada é maior que durante a inspiração, pois há um maior estimulo sobre o assoalho pélvico durante a expiração pela ação sinérgica dos músculos abdominais, facilitando a contração voluntária dos MAP.

Em seguida passou-se para a mensuração da CCAP. Com a voluntária na mesma posição o terapeuta afastou os pequenos lábios com uma das mãos e com a outra realizou a introdução lentamente da sonda que estava revestida por preservativo não lubrificado Madeitex®, recoberto por lubrificante vaginal KY®.

Em seguida, a sonda foi inflada até que o manômetro registrasse 40 mmhg, este valor foi obtido por meio de um estudo piloto realizado com 3 outras voluntarias, no qual a sonda foi vagarosamente inflada até o limite confortável para as mesmas, ou seja, sem dores, ardores ou incômodos. Com a sonda inflada aguardou-se 2 minutos para que a temperatura da sonda e do corpo da participante entrassem em equilíbrio térmico.

Então, foi solicitado a paciente que contraísse rapidamente os MAP com a maior intensidade possível por três vezes consecutivas12 durante a expiração respeitando o intervalo de 15 segundos entre elas13,14, registrando-se a cada vez a pressão máxima, que foi subtraída da pressão mínima (os 40 mmHg), P max - P min = CP. A média das três CP foi considerada o valor individual. Após a mensuração a sonda foi desinflada e retirada do canal vaginal.

As médias individuais das voluntárias foram somadas cada uma em seu grupo, em seguida foram retiradas as médias de cada grupo, assim essas foram comparadas para analise de significância entre as variáveis pesquisadas.

Para análise estatística foram usados os softwares Microsoft Office Excel, versão 2007 e Microsoft Office Word, versão 2007 para confecção de tabelas e organização e o software BioEstat versão 5.0, para realizar a análise quantitativa dos dados colhidos. O teste utilizado foi o teste t pareado utilizado para verificar se dois grupos de escores dos mesmos indivíduos, cujas unidades foram retiradas ao acaso da população não apresentam diferença em relação às médias.

 

RESULTADOS

A tabela I mostra o número de participantes, a média, o desvio padrão, o coeficiente de variação, o valor mínimo e o valor máximo das idades e dos índices de massa corpórea (IMC) encontrados no GA e GS. Sendo que a idade em ambos os grupos mostrou-se homogêneas, obtendo médias com valores próximos de um grupo para o outro. Já o IMC mostrou-se heterogênio em ambos os grupos, obtendo médias com valores aproximados de um grupo par ao outro.

 

 

Na tabela II podemos observar a variável Tempo de Treinamento Esportivo em anos. Nota-se que média de treinamento foi 9,6 anos, com desvio padrão de 1,9 anos, o menor valor de tempo 6 anos e o maior 12 anos.

 

 

A partir da avaliação fisioterapeutica nos grupos GA e GS através da perineômetria, pode-se verificar na tabela III a correlação das capacidades de contrações de GA e GS, de acordo com o método avaliativo preconizado, pode-se observar que para o GA a CCAP foi inferior ao GS.

 

 

A Tabela IV mostra se em ambos os grupos GA e GS, houve pelo menos uma vez perda involuntária de urina durante sorrir, tossir, espirrar, a prática de atividade esportiva. Pode-se observar que 30,0% do GA apresentaram perda involuntária de urina mediante alguma dessas situações, enquanto que nenhuma do GS apresenta perda urinária, apesar do p valor ter dado não significativo, nota-se que houve diferença entre os grupos pesquisados.

 

 

DISCUSSÃO

O crescente aumento de mulheres que praticam atividade esportiva vem tornando-se mais frequente, porém as elevações bruscas da pressão intra-abdominal associada a prática de algum desporto, o sobre peso, alta intensidade e o tempo de treinamento esportivo são fatores de risco para o desenvolvimento de DAP. Essas disfunções podem alterar a concentração, o desempenho, a execução dos gestos esportivos e até mesmo induzir ao abandono da modalidade esportiva3,7.

Segundo Bompa15 o voleibol envolve: o desenvolvimento da força máxima, como base para aumentar o salto e o poder de bloqueio; força-resistência, para sustentar a potência de salto durante toda a partida; agilidade e velocidade de reação ao tempo de movimento.

Nesse estudo observou-se que a média da CCAP no GA mostrou-se inferior a do GS, apesar não ter apresentado diferença estatisticamente significante. O mesmo foi verificado nos estudos de Borin3 cujo objetivo foi avaliar a pressão dos MAP de mulheres atletas de voleibol, basquetebol e handebol, bem como sinais e sintomas relacionados à incontinência urinária de esforço, usando o biofeedback Perina 996®- QUARK para avaliar a CCAP, seus resultados revelaram uma menor CCAP para o grupo voleibol quando comparado ao grupo de mulheres não atletas.

Em outro estudo Almeida et al6 explicam que devido as atletas estarem expostas diariamente aos fatores de riscos que a modalidade esportiva imprime, elas estão mais suscetíveis a manifestar alguma disfunção em relação a mulheres sedentárias, que estão menos expostas ao esforço físico podendo não manifestar essas disfunções, embora a condição subjacente possa estar presente.

Ao realizar a avaliação da CCAP pode-se notar que o método avaliativo utilizado no estudo não foi bem tolerado pelas voluntárias, limitando a amostra, devido a fatores como: ausência de vida sexual ativa, rejeição de participação no estudo e ausência comparecimento ao local da avaliação. Esse fato pode ser comparado com o estudo feito por Reis et al1 no qual foi encontrado limitação da amostra devido: idade, núliparidade, ausência de vida sexual ativa e principalmente negação de participação do estudo.

Nota-se ainda que a média de tempo de treinamento do GA foi de 9,6 anos, sendo o tempo de treinamento um dos fatores que podem predispor as DAP. Em um estudo feito cujo o objetivo foi documentar a morfologia MAP através de ressonância magnética (MRI) em um grupo de atletas nulíparas e comparar com um grupo semelhante de mulheres não atletas nulíparas, Kruger et al16 encontrou em seus resultados diferenças significativas na área da seção transversal e largura dos MAP, medidos na linha do canal anal de atletas de elite, com tempo mínimo de treinamento de 5 anos, de diversas modalidades consideradas de alto-impacto. Comparadas a um grupo controle de mulheres não atletas, concluíram que essas diferenças podem influenciar na função dessa musculatura específica.

Verificou-se ainda que ao responder o questionário, 30% do GA apresentaram perda involuntária de urina aos esforços, enquanto que nenhuma do GS apresenta perda urinária. Apesar do p valor haver dado não significativo. Em seu estudo Gimarães et al17 tiveram como objetivo avaliar o perfil de atletas de alto impacto com perda urinária, no sexo feminino, no resultado o estudo mostrou que na modalidade voleibol, houve perda urinária durante a atividade física, fora da atividade física, durante e fora da atividade física, respectivamente nas situações correr/pular e sorrir, com (n = 04; 11,11%) e (n = 03; 8,33%).

No estudo de Fitz et al18 o sobrepeso e a obesidade são relatados como importantes fatores de risco para o desenvolvimento de DAP feminino. No entanto, não é o caso desse estudo, uma vez que ambos os grupos obtiveram médias do IMC dentro dos parâmetros de normalidade, considerando IMC normal 20 ≤ IMC < 25, visto que o GA apresentou média de 22,0 kg/m² e o GS 23,7 kg/m².

Diante dos resultados e dos estudos analisados, observa-se que DAP são comuns em mulheres atletas de voleibol. No entanto no estudo não foi possível determinar estatisticamente se a CCAP é menor nas mulheres atletas em relação a mulheres sedentárias, pois supõe-se que amostra obtida apresentou um pequeno número. Em relação as sedentárias não significa que estejam protegidas, ao contrário o número de mulheres com DAP é considerável, devido outros fatores de risco.

Apesar disso, a CCAP tem sido avaliada em diversos grupos de mulheres como em idosas no estudo de Sousa19, gestantes no estudo de Batista et al,20 jovens e climatéricas no estudo de Moreira e Arruda21, atletas no estudo de Soares22, sedentárias no estudo de Silva e Moraes23. Almeida et al6 destaca a necessidade de melhor investigar a ocorrência de DAP em atletas, assim como os mecanismos que levam a tais disfunções e de elaborar estratégias de prevenção e tratamento das mesmas, favorecendo a adesão e o desempenho das atletas em prática esportiva, minimizando o impacto negativo na qualidade de vida.

 

CONCLUSÃO

A CCAP das atletas estudadas ficou em média 35,4 mmHg, já as sedentária em 40,6 mmHg, os valores não mostraram diferença estatisticamente significativa, possivelmente pela baixa amostra. Algumas atletas apresentaram perda de urina, mesmo sendo raramente e poucas vezes mediante a algum esforço. Ressalta-se a importância da avaliação da CCAP, pois avaliar é o primeiro passo para descobri algum enfraquecimento nos MAP, além de contribuir para treinamentos específicos de fortalecimento e condicionamento para esses músculos, possibilitando realizações de trabalhos preventivos através da intervenção fisioterapêutica.

 

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