INTRODUÇÃO
A residência médica (RM) é um curso de especialização em nível de pós-graduação lato sensu, destinada aos médicos, que visa à formação de profissionais não docentes.1,2 Essa modalidade de especialização caracteriza-se pelo treinamento em serviço médico, vinculada e sob a responsabilidade de instituições de saúde, universitárias ou não.3 O médico-residente é acompanhado por um preceptor que é "um professor que ensina a um pequeno grupo de alunos ou residentes, com ênfase na prática clínica e no desenvolvimento de habilidades para tal prática".4 A RM é regulamentada pelo Decreto nº 80.281, de 05/09/1977, e pela Lei 6.932, de 07/07/198.4,5
Com base na resolução CNRM/SESU nº 8, de 05/08/2004, o ingresso deve constar, obrigatoriamente, de uma prova escrita, com peso mínimo de 50%, sendo facultativa uma segunda fase, composta de uma prova prática, com peso de 40 a 50%, e uma entrevista com peso de 10%.6
De modo geral, a entrevista consta da análise e arguição do currículo. Em Minas Gerais, o Conselho Estadual de Residência Médica (CEREM-MG) atualmente utiliza uma avaliação curricular padronizada.7-9 Já nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, cada instituição tem seu próprio método de avaliação, que pode variar de acordo com a especialidade. Por isso, torna-se essencial ao aluno dispor de um bom currículo, a fim de atender aos diferentes critérios de pontuação, mesmo porque há mudanças constantes nos mesmos.10
Durante o curso de graduação, o acadêmico de Medicina tem oportunidade de acesso a várias atividades extracurriculares, como monitorias, projetos de extensão e de pesquisa e estágios. Essas atividades são de extrema importância para a construção de um currículo capaz de pontuar e conseguir nota máxima no processo seletivo para a RM.
Pelo fato deste tema nunca ter sido explorado em nosso meio, visamos conhecer o grau de informação dos estudantes de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) a respeito da importância das atividades extracurriculares para o ingresso em um programa de RM. O intuito é também compreender como essas atividades são avaliadas (pontuadas) na entrevista em instituições do país, conhecer o status atual na formação do currículo, propor um roteiro de como conseguir ótima pontuação na entrevista de seleção para a residência médica e avaliar o interesse de prestar concurso para RM entre os acadêmicos da Faculdade de Medicina (FM) da UFJF.
MATERIAL E MÉTODO
Trata-se de uma pesquisa transversal, aplicada, original, de objetivo exploratório e descritivo, de campo, quantitativa. Utilizou-se um questionário estruturado com seis perguntas de múltipla escolha que foi acompanhado do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) em duas vias.
A coleta de dados foi desenvolvida no período de junho a outubro de 2009.
O questionário foi aplicado a estudantes de cinco turmas do curso médico da UFJF (3º, 5º, 6º, 7º e 9º períodos), que foram convidados a responder de forma voluntária, sem qualquer custo para eles. A amostra compreendeu 381 acadêmicos (39,69% da população), com erro amostral aproximado de 4%.11
Foi utilizado o programa Microsoft Access para a montagem do banco de dados e o programa Microsoft Excel para a análise dos dados colhidos. Os critérios de inclusão na pesquisa foram: estudantes de Medicina da UFJF cursando o terceiro, o quinto, o sexto, o sétimo ou o nono período. Os critérios de exclusão foram: alunos de Medicina pertencentes ao primeiro, segundo, quarto, oitavo, 10º., 11º. e 12º. período. A não devolução dos questionários ou questionários incompletos foi considerada perda amostral.
Antes do preenchimento do questionário os estudantes foram informados sobre a garantia de anonimato, já que este foi respondido individualmente e não identificado.
A participação na pesquisa implica risco mínimo ao participante, ou seja, não haverá interferência do pesquisador em algum aspecto do bem-estar físico, psicológico e social, bem como a intimidade do participante será respeitada, conforme os parâmetros contidos na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, que dispoe sobre pesquisas envolvendo seres humanos.
O projeto foi aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa da UFJF segundo parecer de número 043/2009 e protocolo 1688.032.2009.
RESULTADOS
A amostra compreendeu 163 homens (42,78%) e 218 mulheres (57,22%), sendo que 98,42% (n=375) revelaram pretensão de ingressar em uma residência médica.
Os entrevistados foram solicitados a autoavaliar seu grau de informação a respeito da RM - resultados: alto 9,19% (n=35), médio 47,24º% (n=180), baixo 42,52% (n=162), nenhum 1,05% (n=4).
Os principais meios utilizados para receber tais informações foram: colegas de curso (49,20%; n=306), internet (22,66%; n=141), editais (14,15%; n=88), professores (11,09%; n=69), não obtive (1,45%; n=9) e outros (1,45%; n=9).
Quanto à procura ativa de informações sobre o processo seletivo da RM, 43,83% (n=167) dos acadêmicos não procuraram. Entre aqueles que buscaram conhecimento (56,17%; n=214), os principais motivos foram: conversa com colegas de curso (25,06%; n=170), curiosidade (23%; n=156), estímulo pelos professores (5,45%; n=37) e sem outros resultados relevantes.
As atividades extracurriculares já concluídas pelos entrevistados, na época da colheita dos dados, estao resumidas na Tabela 1.
Foi pesquisada a conciliação do curso de graduação com as atividades extracurriculares e 64,57% (n=246) responderam que conciliam sem prejuízos, 15,75% (n=60) responderam que as atividades já prejudicaram os estudos e 6,03% (n=23) ainda não exerceram. Não responderam a essa pergunta 13,65% (n=52) dos entrevistados.
Foi pedido ao entrevistado que citasse três critérios que julgasse importante para seu currículo, no intuito de apurar o grau de conhecimento sobre o processo seletivo da residência, independentemente de seu autojulgamento. Os critérios mais citados foram: monitorias (23,96%; n=225), projeto de pesquisa (18,96%; n=178), língua estrangeira 18,64% (n=175), estágios extracurriculares 11,61% (n=109), projetos de extensão 8,31% (n=78) e trabalhos publicados 7,35% (n=69). Os demais, com porcentagem inferior a 2%, foram: trabalhos publicados, índice de rendimento acadêmico (IRA), participação em congressos, ligas acadêmicas, apresentação em congressos e organização de congressos. Os critérios em branco somaram 5,32% (n=69).
DISCUSSÃO
A RM é considerada o "padrao-ouro" da especialização em Medicina e é regulamentada pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).12 Para ser assim designado, o programa deve estar vinculado e ser credenciado por esse órgao. Ao concluir essa modalidade de pós-graduação, o médico estará apto a submeter-se às provas para obtenção de título de especialista.12, 13 O especialista não tem exclusividade sobre a atividade médica relacionada à sua especialidade, qualquer que seja. Segundo o Parecer nº 5/1999 do Conselho Federal de Medicina (CFM), "não pode ocorrer o cerceamento do livre exercício profissional pelo fato de o médico não possuir especialidade médica", visto que a capacitação está contida no próprio diploma.14 Assim, o título de especialista é apenas presunção de conhecimento.15
Segundo dados do CNRM, em 2009 foram oferecidas 11.331 vagas de residência em todo o país para residentes de primeiro ano (R1).16 Na regiao Sudeste foram 6.697 vagas, sendo a maioria delas no estado de São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. A concorrência por vagas nas várias instituições de saúde que fomentam a RM é acirrada. Acredita-se que, por ano, pouco mais de 50% dos médicos recém-formados ingressem em algum programa.17
Devido à grande demanda por vagas nos programas, o currículo acadêmico tem muita importância no processo de seleção, tornando-se, em muitos casos, o fator decisivo para o êxito. Esse fato, por si só, justifica e reforça a necessidade de conhecer os diversos critérios que compoem a avaliação curricular.
O Ministério da Educação determina que os cursos de Medicina ofereçam atividades complementares a serem incrementadas durante todo o curso de graduação, sendo reconhecidos: monitorias e estágios, programas de iniciação científica, programas de extensão, estudos complementares e cursos realizados em outras áreas afins.18
A ideia inicial dessas atividades é o enriquecimento da educação profissional a qual o acadêmico de Medicina se submete, visando à sua ampla formação. Mas além desse objetivo, essas atividades extracurriculares assumem outro papel: a formação de um currículo acadêmico competitivo. As grandes instituições de ensino médico, em seu processo seletivo para a residência, valorizam os alunos que tiveram formação mais rica e que abordaram o curso mais amplamente, ou seja: que tenham praticado essas atividades extracurriculares.7
Na avaliação curricular, o aluno é pontuado segundo a Tabela 2.7
Entendendo a avaliação curricular. Análise dos critérios apresentados pelos entrevistados
Aproveitamento curricular (3,0 pontos)
Nesse critério, o estudante é avaliado segundo as suas notas. A referência para pontuação será a metade maior das notas, isto é, dividem-se as notas em ordem crescente ao meio, na mediana. Se a mediana for superior a 85%, o aluno recebe a pontuação máxima de 3,0 pontos. Se ela estiver entre 80 e 85%, o aluno recebe 2,5 pontos. Se estiver entre 75 e 80%, recebe 2,0 pontos; entre 70 e 75%, 1,5 ponto; entre 65 e 70%, recebe 1,0 ponto; e se a mediana estiver abaixo de 65%, o aluno não pontua nesse critério.
O coeficiente de rendimento (CR) ou índice de rendimento acadêmico (IRA), citado por 1,92% (n=18) da amostra, avalia o aproveitamento curricular por uma média ponderada das notas segundo os créditos da disciplina. Na prova de RM, porém, a pontuação é feita segundo a mediana das notas.
conhecimento em língua estrangeira (1,5 ponto)
Para obter a pontuação máxima desse critério, é necessário ter uma certificação de fluência oral e escrita em inglês, segundo testes internacionalmente reconhecidos.
Os testes reconhecidos são: Test of English Foreing Language (TOEFL), Test of English for International Communication (TOEIC), International English Language Testing System (IELTS), Michigan e Cambridge. A pontuação é de 1,5 ponto para o avançado e 0,5 ponto para o intermediário. É importante realçar que a classificação em avançado ou intermediário decorre do escore obtido no teste internacional, de forma que não basta ter sido aprovado no teste (exceto Michigan), é necessário ter um escore alto o suficiente.
Os testes mais prestados pelos acadêmicos são os de Cambridge - Certificate of Proficiency in English (CPE), First Certificate in English (FCE) e Preliminary English Test (PET). O escore A no CPE ou FCE equivale a inglês avançado na avaliação, garantindo 1,5 ponto. O FCE B com escore B ou PET garante pontuação de inglês intermediário (0,5 ponto). Outras duas situações são pontuadas nesse critério, com 0,5 ponto: testes internacionais de fluência em outras línguas e cursos de inglês em nivel avançado certificados pela instituição, com carga horária e durações mínimas (360 horas e seis meses, respectivamente).
Dos alunos da UFJF, 38,32% (n=142) possuem alguma graduação em inglês, mas apenas 8,92% (n=34) com certificação internacional. Surge aqui, portanto, uma boa oportunidade para o aluno da FM da UFJF investir em seu currículo para melhorar sua pontuação.
Estágios extracurriculares / atividade de extensão (1,5 ponto)
Os estágios devem ser realizados em instituições que tenham residência médica, com duração mínima de seis meses e pelo menos 180 horas de carga horária. O primeiro estágio confere ao estudante pontuação de 0,6 e o segundo (que deve ser feito em área diferente) 0,4.
Os projetos de extensão devem ser realizados na própria instituição de origem do candidato, tendo duração e carga horária iguais ao estágio. O primeiro projeto garante 0,3 ponto e o segundo 0,2.
Essas duas atividades são as que os alunos da UFJF mais apresentam em seu currículo (estágios: 38,58º%; n=147; projeto de extensão: 34,38%; n=131). No entanto, os projetos de extensão não rendem pontuação muito expressiva.
Monitorias / atividades de pesquisa (1,5 ponto)
Esse critério vem sofrendo alterações constantes. Atualmente, podem ser consideradas até três monitorias, sendo a primeira pontuada em 0,6, a segunda em 0,4 e a terceira em 0,3 ponto. A duração mínima de cada uma deverá ser de um semestre letivo, com carga horária mínima de 180 horas, e devem ser realizadas em departamentos diferentes da faculdade. Além disso, a monitoria deve ser realizada em disciplinas curriculares.
A bolsa de iniciação científica garante 0,6 ponto nesse critério, com duração mínima de um ano (ou dois semestres letivos). A participação em grupo de pesquisa, sem bolsa, também é pontuada (0,4 ponto), desde que dure pelo menos um ano e haja alguma publicação relacionada.
Nosso estudo evidenciou que nenhum dos entrevistados apresentava três monitorias. Muitos apresentavam uma ou duas monitorias, com durações de um ano e/ou de seis meses (Tabela 1). As alterações recentes nas normas de avaliação curricular podem ter corroborado esses dados heterogêneos.
Projetos de pesquisa foram realizados por apenas 18,96% (n=178) dos alunos, justificando-se por falta de interesse do aluno ou até de oportunidades, entre outros.
É interessante realçar que não é preciso realizar todas as atividades para obter a pontuação máxima e o aluno deve estar atento para não investir firmemente em atividades que, no fim, não somarao pontos no critério.
Participação em eventos / ligas acadêmicas / cursos e suporte à vida (1,5 ponto)
Nesse critério o aluno pode obter pontuações entre 0,2 e 0,4 ponto. Não obstante serem múltiplas atividades e com baixa pontuação, sabe-se que é expressivo o número de alunos que pontuam de maneira semelhante em critérios mais valorizados. Assim, o diferencial pode estar aqui.
A autoria ou coautoria de pôster ou tema livre em congressos e simpósios pode render três pontuações, bem como organização ou a simples participação em ligas e jornadas. Os cursos de suporte à vida ministrados por instituições internacionalmente reconhecidas podem abrir duas pontuações.
Neste item, observa-se novamente que as pontuações de cada item excedem a pontuação máxima do critério, de forma que o aluno deve atentar para não somar uma pontuação maior.
Dos alunos da UFJF, apenas 26,77% (n=102) haviam apresentado trabalhos em congressos, uma lacuna a ser preenchida por aqueles que querem se sobressair. Na avaliação curricular de 2011 não consta mais a simples participação em congressos, verificada em 54,07% (n=206) dos entrevistados, alteração recente que comprova o dinamismo das mudanças dessas normas.
Publicações em livros ou revistas (1,0 ponto)
Neste quesito, o candidato obtém pontuações entre 0,2 e 0,3 pontos. Em todos os itens pode haver até duas pontuações de igual valor. São considerados: publicações de artigos na íntegra em revista indexada; publicação em anais de congressos em revista indexada; e publicação de livro ou capítulos de livro (autoria ou colaboração). Em todos, vale destacar a indexação, que deve ser consultada para verificar se os pontos serao validados.
Somente 9,45% (n=36) dos alunos entrevistados possuíam publicações em revistas indexadas. Isso pode ser explicado pela dificuldade na confecção de um artigo científico e de sua publicação. Porém, como critério proposto de forma individualizada na última atualização normativa, pode representar uma grande oportunidade de destaque do candidato.
Outras considerações
Apurou-se que a grande maioria dos acadêmicos (64,57%; n=246) parece conciliar bem os estudos (disciplinas curriculares) com essas atividades extracurriculares.
A maioria dos estudantes julga ter conhecimento baixo (42,42º%; n=162) ou médio (47,24º%; n=180) sobre o processo seletivo da RM. Mesmo aqueles que responderam ter nível de conhecimento alto sobre o processo seletivo da RM, quando solicitados a citar três critérios pontuados, referiram critérios errados (como: IRA, monitorias com duração excessiva, estágios ou monitorias vinculadas à área para a qual se presta o concurso). Há, portanto, clara necessidade de orientação do acadêmico.
A grande fonte de informações do aluno é de origem extraoficial: colegas de curso 49,20% (n=306) e Internet 22,66% (n=141) lideram, enquanto editais e professores estao em pequenas parcelas da amostra (14,15º%; n=88 e 11,09%%; n=69, respectivamente). O aluno mal informado está exposto a consequências negativas como, por exemplo, confiar em um currículo completo, mas com pontuação baixa, tornando seu currículo menos competitivo. Sendo assim, a comprovada necessidade de orientação do aluno deve agora ser feita por fontes confiáveis e representativas, eventualmente pela própria FM.
A avaliação vem sofrendo mudanças constantes, o que exige atenção nas estratégias do aluno para obter um currículo competitivo. Este tema, além de complexo, necessita de cuidado especial por parte do estudante durante sua formação, dada a grande gama de detalhes e pelas constantes mudanças.
A presente pesquisa não teve a intenção de fornecer uma "fórmula" para a aprovação do currículo no concurso de RM. Procurou-se esclarecer com pormenores o assunto (que é valorizado no meio acadêmico), disponibilizando informações analíticas e instrutivas, incentivando o estudante a buscar ativamente subsídios para a construção do seu currículo de forma mais competitiva. Além disso, a busca de uma nota máxima na avaliação curricular permite que o aluno desempenhe diversas atividades extracurriculares que vao contribuir para uma formação mais completa, além da aquisição de diversas habilidades.
Existem diversos modelos de avaliações curriculares que diferem entre as instituições e que sofrem reestruturação. Nosso interesse foi familiarizar o acadêmico com esse tipo de avaliação, realçar que deve estar atento às frequentes mudanças e que deve se adequar à avaliação curricular da instituição de seu interesse. Porém, as mudanças recorrentes do modelo de avaliação curricular podem dificultar o acadêmico a construir um currículo bem organizado durante os seis anos de curso. As novas formas de avaliar fazem com que tenha que se adequar. Essas modificações podem levar a uma indesejável falta de motivação, pois poderá se dedicar a uma atividade que inicialmente é válida, mas que deixou de ser ao prestar o concurso de residência médica.
CONCLUSÕES
A qualidade das informações obtidas sobre a prova de avaliação curricular para RM não é satisfatória e, na maioria das vezes, oriunda de fontes não oficiais. A FM da UFJF poderia ser a principal formadora de opiniao nesse campo de grande interesse acadêmico, assumindo postura proativa na informação da relevância do currículo e na pontuação para a prova de RM.
O status do conhecimento dos alunos sobre o processo de avaliação é baixo. Há importante desinformação e alguma distorção entre o que o estudante diz saber e o que realmente é correto sobre o tema. Emerge a oportunidade de orientar corretamente o estudante.
O modelo atual de avaliação curricular é complexo e detalhista, abrindo brechas para diferentes pontuações para um mesmo item do currículo, além das diversas modificações que são realizadas e das diferenças interinstitucionais.
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